Ontem, por acaso, assisti a uma reportagem sobre o jogo entre Portugal e Nova Zelândia, podendo comprovar o brilhante, emotivo, vibrante e absurdamente desafinado assassinato do hino nacional, perpetrado pelos nossos recentes heróis, e tão do agrado de bloguistas e jornalistas, que têm elevado à mais alta potência um desporto que, quanto a mim, é um ritual bárbaro reminiscente da rusticidade e bravura humanas (género masculino, do tempo em que os animais falavam).
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
16 setembro 2007
Vibrantes desafinações
Ontem, por acaso, assisti a uma reportagem sobre o jogo entre Portugal e Nova Zelândia, podendo comprovar o brilhante, emotivo, vibrante e absurdamente desafinado assassinato do hino nacional, perpetrado pelos nossos recentes heróis, e tão do agrado de bloguistas e jornalistas, que têm elevado à mais alta potência um desporto que, quanto a mim, é um ritual bárbaro reminiscente da rusticidade e bravura humanas (género masculino, do tempo em que os animais falavam).
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Do tempo em que os animais falavam ao tempo em que (alguns) animais cantam
ResponderEliminarPara a maioria talvez sim. No entanto não serão todos. Joguei Rugby desde os meus 13 anos até aos 23. Quanto ao jogo em si, a sua opinião é demasiado discutível para entrar por ai. Mas compreensível, caso possa apareça na Escola Agrária de Coimbra, para conhecer as campeãs nacionais de ruby feminino e ouvir as suas opiniões sobre o mesmo.
ResponderEliminarCarlos Freitas, tenho em casa alguns desses rústicos que, embora praticantes de sofá, sempre adoraram o jogo, as placagens, os ensaios, as corridas, a bola que não é bola. Quanto à Escola Agrária de Coimbra, talvez não seja preciso ir tão longe e, que não seja entendido este comentário como sexista, pois que joguem.
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