16 setembro 2007

Vibrantes desafinações

Como de costume, toda a gente fala agora do rugby, mesmo que tenha sido um desporto completamente marginal e esquecido, como é o atletismo e o baskteball, com excepção das vezes em que há portugueses a ganhar, sendo promovidos a heróis nacionais, para depois caírem, novamente, num ingrato esquecimento.

Ontem, por acaso, assisti a uma reportagem sobre o jogo entre Portugal e Nova Zelândia, podendo comprovar o brilhante, emotivo, vibrante e absurdamente desafinado assassinato do hino nacional, perpetrado pelos nossos recentes heróis, e tão do agrado de bloguistas e jornalistas, que têm elevado à mais alta potência um desporto que, quanto a mim, é um ritual bárbaro reminiscente da rusticidade e bravura humanas (género masculino, do tempo em que os animais falavam).

3 comentários:

  1. Do tempo em que os animais falavam ao tempo em que (alguns) animais cantam

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  2. carlos freitas22:09

    Para a maioria talvez sim. No entanto não serão todos. Joguei Rugby desde os meus 13 anos até aos 23. Quanto ao jogo em si, a sua opinião é demasiado discutível para entrar por ai. Mas compreensível, caso possa apareça na Escola Agrária de Coimbra, para conhecer as campeãs nacionais de ruby feminino e ouvir as suas opiniões sobre o mesmo.

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  3. Sofia Loureiro dos Santos20:46

    Carlos Freitas, tenho em casa alguns desses rústicos que, embora praticantes de sofá, sempre adoraram o jogo, as placagens, os ensaios, as corridas, a bola que não é bola. Quanto à Escola Agrária de Coimbra, talvez não seja preciso ir tão longe e, que não seja entendido este comentário como sexista, pois que joguem.

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