12 setembro 2007

Autonomia política

É claro que Tenzin Gyatso, o Dalai Lama, prémio Nobel da paz em 1989, não é apenas um simples monge budista. É um líder político e religioso, que luta pela libertação política do Tibete.

Como prémio Nobel da paz e como um lutador e incansável defensor dos direitos humanos, merecia ser oficialmente recebido pelo Presidente da República. Também Ramos Horta fazia périplos políticos, para colher apoios para a causa da independência de Timor.

4 comentários:

  1. O Sr. Gyatso já disse que a sua a sua reencarnação poderá acontecer fora do Tibete se a ocupação chinesa, a todos os títulos condenável, se mantiver.
    Quem sabe se o Governo português não desperdiçou uma oportunidade histórica de sugerir que esse acontecimento transcendental pudesse ter lugar no nosso país. Seria bom para o turismo.

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  2. Bernardo Moura00:53

    Vivemos numa sociedade que é governada pelos interesses monetários por absolutamente mais nada.
    Se não incomodasse a China era com certeza recebido bem.
    Hipocritas!

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  3. lino19:19

    Então, e o estado laico? Não se aplica ao Presidente nem à AR? Eu acho que só devia ser recebido pela Conferência Episcopal, pelo João César das Neves e pelo Bagão Félix, atendendo ao ecumenismo.

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  4. Sofia Loureiro dos Santos11:41

    Lino, penso que o Dalai Lama deveria ser recebido como prémio Nobel da paz e defensor dos direitos humanos. Estas visitas não são de um líder religioso mas sim de um líder político que procura sensibilizar governantes para a sua causa. É nessa qualidade que ele deve ser recebido pelos representantes do Estado Português.

    Quanto à reencarnação, seria mesmo muito bom para o turismo - Portugal, a sua reencarnação mais tropical.

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