Na frente ocidental nada de novo.O povo
continua a resistir.
Sem ninguém que lhe valha,
geme e trabalha
até cair.
(poema de Miguel Torga; pintura de Ted Stanuga)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...
Grande Miguel Torga!
ResponderEliminarSempre.
ResponderEliminarBonito poema, Sofia!
ResponderEliminarEu não tive, infelizmente, oportunidade de assinalar o centenário. É que a mulher caiu na rua às 12H15, fez fractura exposta da parte inferior do peróneo esquerdo, e foi uma lufa-lufa para a tirar do St. Maria para o Hospital de Luz, onde foi operada ao fim do dia. Linda maneira de acabar as férias. Valha-nos, pelo menos, o seguro de saúde e a saúde da intervencionada.
Beijos.
Lino, espero que a sua mulher esteja melhor. Obrigada também ao Bernardo Moura e a HFM pelos comentários.
ResponderEliminarMiguel Torga está fora de moda, politica e literariamente. Eu penso que ele nunca esteve na moda, porque não era de modas, era e é de sempre.
FALTA A ESTE PODER ABSOLUTO -
ResponderEliminarSENTIDO DE Estado
I turn on my computer and a brilliant poem exists now next to my painting. The world is magical that allow this to happen, Thank you all, thank you Torga!
ResponderEliminarStanuga