Por vezes de repente há um vazionem um gesto nem voz nem pensamento
terrível como a foz do grande rio
onde vai dar algures o esquecimento.
Nem branco ou negro nem sequer cinzento
um calor sem calor. Frio sem frio.
Não há nada por fora. E nada dentro.
Não é menos nem mais. É só vazio.
(poema de Manuel Alegre; fotografia de Jonathan Day-Reiner: emptiness)
É um poema muito bom!
ResponderEliminarBj
Um poema CHEIO.
ResponderEliminarÉ presiso calar o silêncio
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