
José Sócrates resolveu o problema. Substituiu António Costa por Rui Pereira, uma pessoa com prestígio e uma imagem de competência e rigor, embora me pareça no mínimo estranho abandonar-se um cargo que se ocupou há apenas um mês...
Por outro lado, se for verdade que Luís Amado será o número dois do governo, também parece ser uma boa escolha.
Mas o peso político de António Costa e a existência de um ser pensante com valor intrínseco próprio ao lado de Sócrates pode ter-se perdido. E é um luxo a que o país e o próprio primeiro-ministro não se podem dar. O deserto e a aridez aumentam em torno dele. Vai ficando cada vez mais rodeado de aparelho e aparelhistas.
Para Lisboa é uma boa notícia. Helena Roseta teve, para já, esse mérito. A marcação das eleições para dia 1 de Julho inviabilizam, na prática, candidaturas independentes. É um gesto de uma democraticidade muito duvidosa. Mas será que Helena Roseta ainda tem espaço político para se defender em eleições? A hipótese de coligação à esquerda é impossível, até pela indisponibilidade dos próprios partido comunista e bloquistas.
Mas se Helena Roseta tiver uma boa lista, constituída por pessoas credíveis e com vontade de trabalhar, pode fazer alguma mossa ao PS.
Considero o aparecimento de candidaturas independentes um bálsamo. Mais uma vez o PS e, mais precisamente Sócrates, meteram os pés pelas mãos. A solução que arranjaram é de peso, mas de um enorme risco para o país.
Quanto ao PSD, até faz pena. Palavra que faz pena!
Por outro lado, se for verdade que Luís Amado será o número dois do governo, também parece ser uma boa escolha.
Mas o peso político de António Costa e a existência de um ser pensante com valor intrínseco próprio ao lado de Sócrates pode ter-se perdido. E é um luxo a que o país e o próprio primeiro-ministro não se podem dar. O deserto e a aridez aumentam em torno dele. Vai ficando cada vez mais rodeado de aparelho e aparelhistas.
Para Lisboa é uma boa notícia. Helena Roseta teve, para já, esse mérito. A marcação das eleições para dia 1 de Julho inviabilizam, na prática, candidaturas independentes. É um gesto de uma democraticidade muito duvidosa. Mas será que Helena Roseta ainda tem espaço político para se defender em eleições? A hipótese de coligação à esquerda é impossível, até pela indisponibilidade dos próprios partido comunista e bloquistas.
Mas se Helena Roseta tiver uma boa lista, constituída por pessoas credíveis e com vontade de trabalhar, pode fazer alguma mossa ao PS.
Considero o aparecimento de candidaturas independentes um bálsamo. Mais uma vez o PS e, mais precisamente Sócrates, meteram os pés pelas mãos. A solução que arranjaram é de peso, mas de um enorme risco para o país.
Quanto ao PSD, até faz pena. Palavra que faz pena!
Sem tirar nem pôr!
ResponderEliminarClaro! A Roseta não podia deixar de ter méritos na conjuntura... É realmente um achado essa cidadã. O que não se conhece é obra feita neste rôr de anos de actividade política. Porque será que nomes tão agradáveis de ouvir (L.dos S.) gastam tanta cera com inúteis?
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