As eleições francesas foram uma demonstração de participação cívica e de vivência democrática, com 16,23% de abstenção. Houve uma campanha viva, digladiaram-se argumentos e ideias de esquerda e de direita. Foi uma campanha ideológica.Os franceses decidiram votar em Sarkozy; ele ganhou as eleições, Ségolene perdeu-as. Os apoiantes de Ségolene deverão aceitar os resultados naturalmente, como esperariam que os apoiantes de Sarkozy os aceitassem, caso se tivesse passado o contrário.
Nada justifica as manifestações violentas, o terrorismo urbano, a delinquência mascarada de actividade política. Isto não é luta política.
Gostaria de ver e ouvir a esquerda condenar vivamente o recrudescimento da violência, após as eleições, gostaria que a esquerda se demarcasse totalmente destes atentados à segurança das populações, à própria essência do ideal democrático.
Eu de esquerda me confesso contra todas as formas de violência
ResponderEliminare não confundo situações de marginalidade com opções políticas,religiosas,culturais ...
Em França por pequena margem venceu a direita - vamos aguardar pelas legislativas - o voto secreto é sempre respeitável porque a democracia não é um estado de espírito
E quem fala assim não é gago!
ResponderEliminarAs notícias não são muitas por aqui, mas só podem ser aqueles a quem o homem chamou "escumalha". Infelizmente, acho que não vão parar tão cedo. O que não implica que a esquerda não condene veementemente.
ResponderEliminarJá deixei o meu mail na sua caixa.
Beijos
Obrigada Lino, pelo comentário e pelo mail.
ResponderEliminarDou-lhe toda a razão, era importante a condenação e que a candidata socialista esclarecesse o seu repúdio pela violência nas ruas e que se retratasse quanto às suas palavras que foram entendidas como um incitamento à mesma.
ResponderEliminarConcordo plenamente com o que diz.
ResponderEliminarAqui vai:
ResponderEliminaryvettecenteno@gmail.com
um abraço,
Y.C.
FT, concordo plenamente. Aliás a própria Ségolène Royal "ameaçou" com o aumento dos distúrbios, caso Sarkozy vencesse. Patético e perigoso.
ResponderEliminarMuito obrigada ao Bernardo Moura e à Yvette Centeno.