O título da notícia de primeira página do Público de ontem demonstra bem a mistificação e a manipulação que se pretende fazer no que diz respeito à política de saúde e ao SNS. Se lermos o corpo da notícia ficamos a saber que entre 300 a 500 médicos pediram licença sem vencimento ou reforma. Mais adiante diz-se que houve 400 médicos a reformarem-se, sem explicitar se são a somar aos anteriores ou não. Depois afirma-se que, numa determinada unidade hospitalar pública, 8 de 800 médicos pediram licença sem vencimento para passarem a exercer medicina em hospitais privados. A enorme percentagem de … 1%! Depois fala-se em cabeças de cartaz que se mudaram para a privada – quais?
Há no entanto uma pequena frase, que eu gostaria que estivesse em letras garrafais, essa sim como título, em que se refere a exclusividade de funções pretendidas pelos hospitais privados.
E que tal o ministro da saúde seguir este exemplar exemplo??
Há no entanto uma pequena frase, que eu gostaria que estivesse em letras garrafais, essa sim como título, em que se refere a exclusividade de funções pretendidas pelos hospitais privados.
E que tal o ministro da saúde seguir este exemplar exemplo??
Já pensou em questionar as vantagens de trabalhar em exclusividade para o Estado, que parece ser um dogma da sua opinião? E já pensou que os privados ao quererem médicos em exclusividade não têm em mente a qualidade dos serviços mas sim um maior poder sobre os seus funcionários?
ResponderEliminarMédico Céptico
Questiono todos os dias as vantagens dos médicos estarem em exclusividade. Observo todos os dias as desvantagens do médicos não estarem em exclusividade.
ResponderEliminarNa situação actual, a imposição da exclusividade pelo estado seria um golpe fatal (mais um) ao SNS.
ResponderEliminarMédico Céptico
O que está a matar o SNS é a indefinição política e a falta de responsabilização de quem não sabe (ou não quer) gerir.
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