Os poemas são nocturnos:têm luas e letras
flores imediatas
que crescem entre dedos
atados de mãos insensatas.
Os versos são madrugadas:
acendem a luz do farol
desdobram brandos sorrisos
nas diáfanas cortinas
com que cobrimos o sol.
(pintura de Nancy Tuttle May: New Dawn I)
Bom dia, Primavera!
ResponderEliminarObrigado, Sofia.
Já há mais sol, mas ainda está um pouco frio... Bom dia!
ResponderEliminarO sobrenome Loureiro dos Santos não me é estranho... Vc já deixou alguns outros feedbacks pra mim, não?
ResponderEliminarTbm gostei do teu! =)
Até mais, srta Sofia!
Para quando um livro, Sofia?
ResponderEliminarJefferson de Souza: já deixei alguns feedbacks, sim!
ResponderEliminarLino: talvez um dia destes, quem sabe?
E LOGO HOJE ACORDEI A FAZER POEMAS OU QUASE NADA
ResponderEliminarMAR ARAVEL