
Olho lentamente na tua direcção
como se atravessasse a memória
da tua ausência.
Respondem-me asas. Na imaginação
sinto a tua presença.
(pintura de Arnaud Juncker: absence)
como se atravessasse a memória
da tua ausência.
Respondem-me asas. Na imaginação
sinto a tua presença.
(pintura de Arnaud Juncker: absence)
Gostei muito, tanto deste poema como do anterior, "Paredes".
ResponderEliminarObrigada, Torquato, muito obrigada.
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