Se estas notícias são verdadeiras, exactamente assim como são contadas, Sócrates prestou um mau serviço ao país e acabou de despedir o ministro Correia de Campos.
Esta reforma está a ser contestada não porque não seja necessária, diria mesmo que ela é imprescindível, não porque não tem fundamentos técnicos e científicos, porque está baseada num relatório que ainda ninguém demonstrou se e onde falha, mas apenas porque é preciso afastar Correia de Campos.
Era previsível que se acendessem todos os rastilhos e que as forças mais conservadoras da sociedade, que vão da direita à esquerda, aproveitassem todas as brechas que se abrissem.
Correia de Campos tem ajudado bastante, com a enorme inabilidade que tem mostrado, falando e rindo quando deveria estar calado e sério. Mas isso não é motivo para se afastar um ministro.
Só o facto de Sócrates ter centralizado o problema da reorganização da rede de urgências, fragilizou enormemente o ministro. O recuo na decisão de quais as urgências que fecham, fragiliza todo o governo e corporiza uma estrondosa derrota política.
É claro que Marques Mendes, que tem andado a dizer a Sócrates para pôr o ministro da saúde na ordem, já contabiliza como vitória o recuo do governo, que teve medo da rua, e criticando-o por isso.
Podem suspirar de alívio todos os que querem suspender o país. Mais uma vez, vamos suspender.
Esta reforma está a ser contestada não porque não seja necessária, diria mesmo que ela é imprescindível, não porque não tem fundamentos técnicos e científicos, porque está baseada num relatório que ainda ninguém demonstrou se e onde falha, mas apenas porque é preciso afastar Correia de Campos.
Era previsível que se acendessem todos os rastilhos e que as forças mais conservadoras da sociedade, que vão da direita à esquerda, aproveitassem todas as brechas que se abrissem.
Correia de Campos tem ajudado bastante, com a enorme inabilidade que tem mostrado, falando e rindo quando deveria estar calado e sério. Mas isso não é motivo para se afastar um ministro.
Só o facto de Sócrates ter centralizado o problema da reorganização da rede de urgências, fragilizou enormemente o ministro. O recuo na decisão de quais as urgências que fecham, fragiliza todo o governo e corporiza uma estrondosa derrota política.
É claro que Marques Mendes, que tem andado a dizer a Sócrates para pôr o ministro da saúde na ordem, já contabiliza como vitória o recuo do governo, que teve medo da rua, e criticando-o por isso.
Podem suspirar de alívio todos os que querem suspender o país. Mais uma vez, vamos suspender.
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