08 janeiro 2007

Trave mestra

Sinto que se vão partindo
traves mestras
cristais de lume
sinto névoas de cinza
perturbando
olhares renovados
de claridade.

Não faço mais que desembrulhar
folhas de metal
presas como sementes
à terra.

2 comentários:

  1. Vasco Pontes17:18

    Olá sofia,
    O tema não é dos que mais simpatizo, porque a minha atitude é diferente. Porém, acho bom o poema...
    Beijos

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  2. Sofia Loureiro dos Santos20:59

    Obrigada, Vasco. Bom ano!

    ResponderEliminar

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