
Finalmente morreu Pinochet. Que a terra lhe seja pesada.
A pobreza é uma ameaça à paz - Muhammad Yunus, prémio Nobel da paz, 2006.
Apesar de tudo, Portugal é dos países do mundo onde se vive mais e, se calhar, melhor!
A pobreza é uma ameaça à paz - Muhammad Yunus, prémio Nobel da paz, 2006.
Apesar de tudo, Portugal é dos países do mundo onde se vive mais e, se calhar, melhor!
Sofia,
ResponderEliminarO Pinochet morreu e já não volta.
A democracia parece consolidada no Chile, tal como na Argentina o Brasil.
É próprio de uma sociedade doente festejar a morte de quem quer que seja.
Esta doença até nos poderia ser contagiada se estivéssemos na situação de quem fez a festa.
Mas sendo a terra pesada ou ligeira dali não se levanta.
Não me leve a mal esta comentário.
João Moutinho: é claro que não levo a mal o seu comentário. Mas há pessoas que não tenho pena que desapareçam…
ResponderEliminarNão estou de acordo com o comentário de João Moutinho!
ResponderEliminarCreio que o Mundo respira melhor quando chega a hora de ver desaparecer uma figura sinistra.
Perdoar tudo a quem morre parece-me o resultado de uma cultura que teme o regresso de “almas penadas” e, como se comprova pela resistência de Pinochet, todos aqueles que mandou assassinar, não conseguiram voltar do “além” para o enterrar mais cedo, o que é profundamente lamentável!!!
Não perdoar a figuras como Pinochet é dizer aos que o glorificam que não estamos desatentos.
ResponderEliminarPara que a "Profunda Tristeza" de Thatcher tenha a reacção que merece.
Quanto a Portugal e a vida, vale a pena olhar para a frase de Yunus, e pensar que 20% de nós estão abaixo do limiar de pobreza. Dessas crianças que sobrevivem aos primeiros anos de vida, uma em cada cinco nasce condenada a uma vida que não desejamos a ninguém.
Concordo com Ferreira Neves.
ResponderEliminarL.Rodrigues: referia-me à redução da mortalidade infantil (das menores da europa) e ao aumento da esperança de vida (78 anos, das maiores da europa). É verdade que muitos de nós vivem muito mal, mas pertencemos à escassa minoria dos ricos.
Penso que não podemos ficar indiferentes à morte de Pinochet. Pela minha parte, tenho pena que não tenha acontecido muito antes!
ResponderEliminarNão posso estar de acordo com o comentário de João Lourenço: fez-me lembrar a canção de Brassens «Les morts sont tous des braves types...».
Não é possível fazer reviver todos aqueles que foram vítimas da crueldade e despotismo desse ditador. Por isso, e por respeito por todos eles e para que a Humanidade não esqueça, será um dever lembrá-lo sim, como alguém que recusamos em absoluto.
Peço desculpa: queria referir-me a João Moutinho e não a João Lourenço.
ResponderEliminarObrigada pelo comentário, Conceição.
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