
O despacho do ministro Correia de Campos só peca por tardio e por apenas abranger a proibição de acumular cargos directivos.
É claro que há conflitos de interesse entre o exercer de funções no SNS e o chefiar ou coordenar um serviço ou uma unidade de saúde no sector privado.
O Bastonário da Ordem dos Médicos vem a público afirmar que o Estado trata mal os seus funcionários, e que esta medida vai empurrar médicos para o sector privado, criando uma saúde para os pobres e uma saúde para os ricos.
Penso que não. É claro que se corre o risco de alguns médicos optarem definitivamente pela actividade privada. Mas isso é transparente e incentivará a competição entre o público e o privado. Inclusivamente iremos ver se o sector privado é assim tão atractivo, em termos de salários e de condições de trabalho, nomeadamente no que diz respeito à formação pós graduada, à inovação tecnológica e implementação de novas terapêuticas, à realização de trabalhos científicos, etc.
Mais uma vez defendo a total separação entre o sector público e o sector privado. Seria possível uma gestão mais equilibrada dos recursos humanos e, eventualmente, melhorar as condições de trabalho no sector público, inclusivamente com melhores remunerações.
Mas este já é um primeiro passo!
É claro que há conflitos de interesse entre o exercer de funções no SNS e o chefiar ou coordenar um serviço ou uma unidade de saúde no sector privado.
O Bastonário da Ordem dos Médicos vem a público afirmar que o Estado trata mal os seus funcionários, e que esta medida vai empurrar médicos para o sector privado, criando uma saúde para os pobres e uma saúde para os ricos.
Penso que não. É claro que se corre o risco de alguns médicos optarem definitivamente pela actividade privada. Mas isso é transparente e incentivará a competição entre o público e o privado. Inclusivamente iremos ver se o sector privado é assim tão atractivo, em termos de salários e de condições de trabalho, nomeadamente no que diz respeito à formação pós graduada, à inovação tecnológica e implementação de novas terapêuticas, à realização de trabalhos científicos, etc.
Mais uma vez defendo a total separação entre o sector público e o sector privado. Seria possível uma gestão mais equilibrada dos recursos humanos e, eventualmente, melhorar as condições de trabalho no sector público, inclusivamente com melhores remunerações.
Mas este já é um primeiro passo!
Sem comentários:
Enviar um comentário