
Não consigo compreender a necessidade da Comissão Nacional de Eleições (CNE) recomendar a presença de símbolos apenas associados à República nos locais de voto, no futuro referendo.
Habitualmente os locais de voto situam-se em escolas públicas pelo que deveria ser obrigatória a ausência de símbolos religiosos, quaisquer que eles sejam.
A recomendação significa, portanto, que a separação entre a Igreja e o Estado continua a ser um objectivo a atingir, sempre a tender para infinito…
Habitualmente os locais de voto situam-se em escolas públicas pelo que deveria ser obrigatória a ausência de símbolos religiosos, quaisquer que eles sejam.
A recomendação significa, portanto, que a separação entre a Igreja e o Estado continua a ser um objectivo a atingir, sempre a tender para infinito…
Pois é, Sofia. Pelos vistos a Constituição não está a ser cumprida e a Associação República e Laicidade lá teve de apresentar uma reclamação à CNE. Eu sou crente, católico praticante, mas defendo a absoluta separação entre as igrejas e o estado.
ResponderEliminarLino, obrigada pelo seu comentário. A religião é um assunto dos cidadãos, do foro privado e da consciência de cada um. O estado não tem nenhuma religião e aceita-as todas.
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