Outra das ideias que me ficou da conversa entre Mário Crespo e Maria José Nogueira Pinto foi a necessidade de cortar nos pontos chaves dos ciclos viciosos.
De facto, este nosso país é, ele próprio, um ciclo vicioso. A crise, o défice, o descontentamento, a falta de dinheiro, o endividamento, o desemprego, a miséria, a pobreza, a tristeza, a crise. O problema é que só temos pensamentos e comportamentos ritualizados e repetitivos em tudo o que nos conduz a sentimentos de inferioridade. Raros são os exemplos de ciclos viciosos de alegria, de valorização pessoal, de persecução e concretização de objectivos.
Enredamos os pensamentos à volta da noção de dificuldade, de obstáculos intransponíveis, de fracasso. Se por um momento ousarmos planear, orientar, organizar, construir, inaugurar, usufruir e mostrar felicidade, podemos quebrar esse ciclo.
De facto, este nosso país é, ele próprio, um ciclo vicioso. A crise, o défice, o descontentamento, a falta de dinheiro, o endividamento, o desemprego, a miséria, a pobreza, a tristeza, a crise. O problema é que só temos pensamentos e comportamentos ritualizados e repetitivos em tudo o que nos conduz a sentimentos de inferioridade. Raros são os exemplos de ciclos viciosos de alegria, de valorização pessoal, de persecução e concretização de objectivos.
Enredamos os pensamentos à volta da noção de dificuldade, de obstáculos intransponíveis, de fracasso. Se por um momento ousarmos planear, orientar, organizar, construir, inaugurar, usufruir e mostrar felicidade, podemos quebrar esse ciclo.
E terminar com os subsídios que criam habituação e maus hábitos
ResponderEliminarAnonymous: não percebi o seu comentário.
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