Nem sempre as mãos abarcamo barro
que todos os dias
moldamos esforçados,
nem sempre alheados
do mundo
com que nos atam
os dedos,
em contínua redenção.
Nem sempre o barro e o mundo
sobram das mãos,
em perpétua sujeição.
(pintura de Lena Emmertz: compact living)
E a vida é isto! Podemos moldar mas nunca totalmente... e temos que lutar para não fazerem de nós barro!
ResponderEliminarE ainda que ao forno sujeitemos a nossa criação, é pura ilusão.
ResponderEliminarUma queda, e o sonho estilhaçar-se-á, em cacos informes.
Felizmente, há sempre mais barro por aí...