Fernando Ruas e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) deram, mais uma vez, uma triste imagem do poder autárquico, apostado em manter as regras de endividamento e má gestão, chegando à ameaça de incumprimento das obrigações públicas para que foi eleito.
A redução do défice é uma imposição da administração central e das autarquias e é um imperativo para tentar melhorar o estado da nossa economia. Talvez seja altura de auditar a gestão autárquica e perceber como são gastos os dinheiros dos contribuintes, que devem ser exactamente para as funções que a ANMP ameaçou cortar: educação, saúde, segurança e salubridade.
O espanto indizível de quem ouve as declarações de Fernando Ruas só é ultrapassado pela tentativa de marcha-atrás, protagonizada pelo mesmo Fernando Ruas quando, questionado na TSF sobre a ameaça de cortes de financiamento, deu o dito por não dito afirmando que manteria intactos todos os compromissos com todas as entidades, nomeadamente PSP, GNR, escolas e recolha de lixos.
Triste, triste, tristíssimo.
A redução do défice é uma imposição da administração central e das autarquias e é um imperativo para tentar melhorar o estado da nossa economia. Talvez seja altura de auditar a gestão autárquica e perceber como são gastos os dinheiros dos contribuintes, que devem ser exactamente para as funções que a ANMP ameaçou cortar: educação, saúde, segurança e salubridade.
O espanto indizível de quem ouve as declarações de Fernando Ruas só é ultrapassado pela tentativa de marcha-atrás, protagonizada pelo mesmo Fernando Ruas quando, questionado na TSF sobre a ameaça de cortes de financiamento, deu o dito por não dito afirmando que manteria intactos todos os compromissos com todas as entidades, nomeadamente PSP, GNR, escolas e recolha de lixos.
Triste, triste, tristíssimo.
Sem comentários:
Enviar um comentário