13 setembro 2006

Nada sabemos

Nada sabemos

Nunca sabremos si los engañados
son los sentidos o los sentimientos,
si viaja el tren o viajan nuestras ganas,
si las ciudades cambian de lugar
o si todas las casas son la misma.
Nunca sabremos si quien nos espera
es quien debe esperarnos, ni tampoco
a quién tenemos que aguardar en medio
del frío de un andén. Nada sabemos.
Avanzamos a tientas y dudamos
si esto que se parece a la alegría
es solo la señal definitiva
de que hemos vuelto a equivocarnos.

(poema de Amália Bautista; pintura de Maria Teresa De Carreño: fotografía sobre cemento)

4 comentários:

  1. João Moutinho18:22

    Linkei o seu blog.
    Espero não haver qualquer inconveniente da sua parte.
    Apreciei os seu textos.

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  2. Sofia Loureiro dos Santos21:27

    É claro que não me importo. Pelo contrário, agradeço.

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  3. Hopes&Dreams16:57

    Este poema é lindíssimo, Sofia, como outros que tenho lido aqui. Excelente escolha e parbéns pelo blog!

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  4. Sofia Loureiro dos Santos11:23

    Amalia Bautista é mesmo muitíssimo boa. Conheço há pouco tempo, mas fiquei viciada. Obrigada pelo cumprimento. Volte sempre!

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