Depois de reler alguns dos meus posts e vários outros posts que se escrevem por aí, vem-me um cansaço enorme perante a nossa puerilidade.
Será que a figura que fazemos, brandindo argumentos, puxando razões, esgrimindo princípios, tão certeiros e comprometidos como missionários da fé, não é a figura das crianças que se tomam a sério no meio de velhos cínicos que se riem?
E tem tudo isto algum sentido, ou apenas um encolher de ombros na desesperança?
Será que a figura que fazemos, brandindo argumentos, puxando razões, esgrimindo princípios, tão certeiros e comprometidos como missionários da fé, não é a figura das crianças que se tomam a sério no meio de velhos cínicos que se riem?
E tem tudo isto algum sentido, ou apenas um encolher de ombros na desesperança?
As coisas não precisam de fazer sempre sentido. O tempo costuma distorcê-las e um olhar diferido confere-lhes outra dimensão. Há quem diga que tudo se resume a questões de escala e perspectiva. Prefiro acreditar que tudo se resume a uma questão de amor pelo futuro dos nossos.
ResponderEliminarTambém prefiro a segunda hipótese. E no entanto...
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