
Gosto dos lápis de carvão, dos lápis de cor e dos lápis de cera. Gosto da forma, da cor, do cheiro, do traço que vai nascendo pelos dedos, das sombras, dos cabelos, das letras, dos sóis dos meninos, das bolas, das caricaturas, das cartas de amor, dos palavrões.
Gosto mais de lápis do que de canetas, porque eles gastam-se ao nosso serviço, sacrificam-se e morrem por nós.
Quantas vezes foram eles a pagar as nossas angústias de contas por acertar, de caligrafias pouco ortodoxas, sendo trucidados e afiados sucessivamente, à procura da inspiração dos bicos, culpando as pontas já rombas do esforço?
Lápis de carvão, lápis de cor, lápis de cera Viarco: lindos, úteis, simples, nossos.
Gosto mais de lápis do que de canetas, porque eles gastam-se ao nosso serviço, sacrificam-se e morrem por nós.
Quantas vezes foram eles a pagar as nossas angústias de contas por acertar, de caligrafias pouco ortodoxas, sendo trucidados e afiados sucessivamente, à procura da inspiração dos bicos, culpando as pontas já rombas do esforço?
Lápis de carvão, lápis de cor, lápis de cera Viarco: lindos, úteis, simples, nossos.
é, sofia, as coisas escritas com lápis de grafite têm ainda a vantagem de não se apagar com a chuva.
ResponderEliminarTambém gosto de lápis. Acho é que eles têm tendência para desaparecer. E é uma pena.
ResponderEliminarMarta r:
ResponderEliminarTalvez estejam condenados a desaparecer. Mas também já se predisse o fim dos livros...
Cecilia r.:
Não se apagam com a chuva e sobrevivem ao próprio papel!