É muito difícil qualquer governo iniciar, ainda que a medo, qualquer reforma. Por um lado clama-se por reformas estruturais, coragem política, diz-se com ar soturno que batemos no fundo e que não há mais oportunidades.
Mas se há algo a mexer no horizonte, como agora o tão falado fecho das maternidades, levanta-se a população, laboriosamente acicatada pelos partidos da oposição que, nestas questões estruturantes, em coro bradam contra a prepotência do governo, que não explica as medidas e que é apenas economicista.
De facto, o governo tem obrigação de explicar os critérios em que se baseia para tomar decisões, e é para isso que há um governo: para tomar decisões políticas, cuja avaliação é feita pelos eleitores. Mas convém que haja quem queira ouvir as explicações.
Espero que este assunto não acabe como a co-incineração. As comissões técnicas só são boas quando dizem o que queremos ouvir.
Mas se há algo a mexer no horizonte, como agora o tão falado fecho das maternidades, levanta-se a população, laboriosamente acicatada pelos partidos da oposição que, nestas questões estruturantes, em coro bradam contra a prepotência do governo, que não explica as medidas e que é apenas economicista.
De facto, o governo tem obrigação de explicar os critérios em que se baseia para tomar decisões, e é para isso que há um governo: para tomar decisões políticas, cuja avaliação é feita pelos eleitores. Mas convém que haja quem queira ouvir as explicações.
Espero que este assunto não acabe como a co-incineração. As comissões técnicas só são boas quando dizem o que queremos ouvir.
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