
Da sombra que passa
em momentos de luz
a pele como a taça
do mel que seduz
Da sombra que somos
nos dias de mar
momento em que fomos
capazes de amar
Da sombra que dou
quando olhas assim
para quem te guardou
nas sobras de mim
Há (re)encontros que nos espantam e comovem. Um buraco na sombra para nos aconchegarmos das luzes asfixiantes e da vertigem.
(fotografia de Sérgio Brunetto)
(fotografia de Sérgio Brunetto)
Obrigada por este momento de luz tão lindo. na minha sombra te guardo.
ResponderEliminarOs meus sinceros agradecimentos Sofia, pela marca que deixou nas minhas Estepes. Também tem aqui um belo poema, que na minha humilde opinião dialoga perefitamente com o que postei no meu blog e com o trabalho do Jorge Molder também lá postado. Pois temos também aqui a sombra que e a luz, que podem ser metáforas do silêncio ou de silêncios.
ResponderEliminarUm abraço Sofia
Lobo das Estepes
Agradeço a ambos os comentários.
ResponderEliminarBeijos.