Já aqui tenho dito que, por várias razões, a actuação do ministro da Saúde me parece correcta, nomeadamente no que diz respeito ao fecho de unidades hospitalares velhas e anquilosadas, em Lisboa, para construir novos edifícios mais adequados às funções, rentabilizando os terrenos para construção.
No entanto, o artigo de Manuela Arcanjo, no DN de hoje, faz pensar e põe algumas dúvidas que importa esclarecer.
Por outro lado, em relação com a transformação dos hospitais em empresas, primeiro SA e agora em EPE, este artigo do JN de ontem também deixa perguntas no ar que, mais uma vez, seria necessário esclarecer.
Não basta reconhecer ao ministro competência e voluntarismo para acreditar que o que faz está certo. É preciso que o demonstre e que o explique, porque a governação de um país não é uma questão de fé.
(Finalmente aprendi a “linkar”!)
No entanto, o artigo de Manuela Arcanjo, no DN de hoje, faz pensar e põe algumas dúvidas que importa esclarecer.
Por outro lado, em relação com a transformação dos hospitais em empresas, primeiro SA e agora em EPE, este artigo do JN de ontem também deixa perguntas no ar que, mais uma vez, seria necessário esclarecer.
Não basta reconhecer ao ministro competência e voluntarismo para acreditar que o que faz está certo. É preciso que o demonstre e que o explique, porque a governação de um país não é uma questão de fé.
(Finalmente aprendi a “linkar”!)
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