
A pouco e pouco, sem o atropelo dos sonhos, vai apercebendo-se dos contornos ao seu lado, da quentura dos cobertores, da macieza do corpo dele. Nem se mexe. A manhã espreita pelas persianas. Acende o rádio e goza a preguiça, misturada com os sons da falta de notícias do fim-de-semana.
É sábado!
(pintura de Raquel Martins)
É sábado!
(pintura de Raquel Martins)
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