Governou durante mais ou menos 1 mês, não sei se demorou mais ou menos que uma alface fresca
Mariana Mortágua - BE
Vamos a Votos - Antena 1 (a partir mais ou menos dos 07:30 minutos)
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Governou durante mais ou menos 1 mês, não sei se demorou mais ou menos que uma alface fresca
Mariana Mortágua - BE
Vamos a Votos - Antena 1 (a partir mais ou menos dos 07:30 minutos)
Não tenho problema de assumir publicamente que a prioridade máxima são os jovens portugueses, os filhos de Portugal
Luís Montenegro - AD
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Não sei se a cor dos teus olhos me fascina
Porque do brilho e da tenra curiosidade
Me respondem as cores sem nome
Desamparadas numa escolha indecisa
Do basalto vulcânico da madeira que conforta
Escuros e risonhos questionam o futuro mundo
Assim te será entregue qual destino impreciso
A publicidade é um espelho da evolução da sociedade. Pode ser muito interessante e inspiradora, inócua ou, simplesmente, abjecta.
Na última categoria considero o anúncio aos Cheetos, que passa inúmeras vezes na TV, e que apela ao egoísmo, à falta de sentimento de inter-ajuda e generosidade. É mesmo revoltante. Não percebo bem o que a campanha quer, se calhar é só tonta e incompetente, mas mostra muita coisa indecente.

Attitude
Que os líderes políticos dos partidos democráticos, que aceitam o regime pluralista, o primado da liberdade, da igualdade e da são convivência entre indivíduos, que defendem a separação entre poderes, declarem, inequivocamente:
Nunca, seja por acção ou por omissão, deixaremos que o partido de extrema-direita CHEGA possa ser a solução para um governo, independentemente de ser apenas com acordos e apoios parlamentares ou integrante do próprio executivo.
Por uma questão de decência.

(…) todas as probabilidades de acontecerem os eventos que se referem são não só elevadas, como se verificarão em conjunto. O paralelo com 1939 tem muitos aspectos que, como todas as comparações de épocas muito diferentes são enganadoras, podem e devem ser pensados. O dilema que opôs Churchill a Chamberlain assentava numa avaliação dos perigos de Hitler para a paz europeia, a soberania das nações e os regimes não ditatoriais, com Churchill opondo-se a políticas de “apaziguamento” que, como se verificou, não travaram Hitler e levaram à guerra de 1939-1945.
(…) Estamos em eleições legislativas, mas os principais candidatos fazem de conta que nada disto é com eles. (…)
O que devia estar a ser discutido, e muito a sério, é que posições têm os partidos face ao significativo agravamento do orçamento da defesa (…) E discutir que posições se vão tomar a cada passo do caminho perigoso dos nossos dias? (…) E vamos discutir o papel que teve o irresponsável fim do Serviço Militar Obrigatório, (…) e que agora devia ser reconsiderado (…)
José Pacheco Pereira - Público (24/02/2024)
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Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...