Lavar as mãos antes de colocar as máscaras;
colocá-las apenas e quando necessário e indicado;
retirá-las e deitá-las fora;
lavar as mãos a seguir.
Faze que a tua vida seja o que te nega./ A luta é tua: fá-la./ Agora, os sonhos em farrapos, melhor é a luta que pensá-la.// Ergue com o vigor do teu pulso;/ solda-o em aço./ E da tua obra afirma:/ – Sou o que faço. [João José Cochofel]
Lavar as mãos antes de colocar as máscaras;
colocá-las apenas e quando necessário e indicado;
retirá-las e deitá-las fora;
lavar as mãos a seguir.
Só devem usar máscaras os doentes - para prevenir o contágio de quem está ao pé - e os seus cuidadores, para evitar que fiquem doentes.
Simples mas essencial, é a melhor prevenção para muitos tipos de doenças, nomeadamente o COVID-19.
Nossa responsabilidade.
Utilizando apenas os dados publicados nos Situation Reports da OMS, deixo 2 gráficos (de 19/Fevereiro a 01/Março) representativos do número de novos casos confirmados de infecção por COVID-19 (Gráfico 1) e da mortalidade associada à infecção (Gráfico 2). Os gráficos mostram os dados da China, dos Outros países e do Total.
É de realçar que estes números dizem respeito apenas aos casos confirmados laboratorialmente. Há sempre casos que escapam, ou porque não deram qualquer sintomatologia, ou porque a sintomatologia não levou os doentes a recorrerem a qualquer instituição de saúde.
Gráfico 1

O número de novos casos desceu na China (estava a descer desde 05 de Fevereiro) mas está novamente a aumentar. Vamos ver se a tendência se mantém. Nos restantes países os novos casos estão a aumentar, o que se entende pois a infecção começou a espalhar-se mais tarde.
Gráfico 2

Na China e em média, a mortalidade cifra-se nos 3,21%, mas parece ter tendência a aumentar (hoje está em 3,59%). Nos restantes países ela é, em média, de 1,06%, mas também com tendência a crescer (hoje está em 1,45%). No global, a mortalidade média é de 3,14% (hoje é de 3,42%).
Mais uma vez, estes números referem-se apenas aos casos confirmados laboratorialmente.

E o mais importante de tudo é a prevenção da infecção pelo COVID-19. Aderindo aos mais saudáveis hábitos nutricionais, fiz um Doce de Tomate que ficou uma especialidade, e que será um escudo contra qualquer tipo de vírus, maleita ou mau olhado.
O tomate que usei foi daquele redondinho e pequeno, que vem em ramadas, e que se chama…. tomate rama! Usei 1500 g já depois de tirar a pele.
Foi tudo o que desperdicei. Com uma faca bem afiada, pois não tenho paciência para os pelar. Também não retirei as sementes nem os espremi, como li em muitas receitas descritas na net.
Portanto descasquei os ditos, cortei-os em pedacinhos pequenos e juntei 1000 g de açúcar amarelo, 4 paus de canela, 4 cravinhos, casca e sumo de 1 limão.
Ficou no fogão a borbulhar durante um bom bocado. Quando começou a ficar menos líquido, retirei a canela e os cravinhos e, com a varinha mágica, reduzi tudo a um puré. Bem, não ficou totalmente moído, mas eu até prefiro assim. Voltou ao lume até fazer ponto de estrada e ficou pronto.
Não há vírus que lhe resista! Com torradinhas e queijo fresco, é a imunidade total!

No meio da uma iminente epidemia em Portugal, causada pelo COVID-19, à falta de casos positivos para regalar os alarmismos dos títulos dos jornais, usam-se frases da Directora Geral de Saúde numa entrevista, em que fala de cenários e número de infectados na totalidade do decurso da referida epidemia.
Em tempos de crise, seja ela de saúde ou outra, a informação é a base de todas as decisões e de todos os planeamentos para minimizar os impactos sociais, económicos, etc. O rigor, a serenidade e o sentido de responsabilidade deveriam pautar as linhas editoriais dos media.
Assiste-se exactamente ao contrário. Graça Freitas tem sido clara, serena e esclarecedora. Mas nada a salva, a ela nem a ninguém, da pesca de soundbites para angariar leitores, independentemente da justeza e verdade dos factos.
Estamos preparados? Tal como o resto do mundo com sistemas de saúde organizados, como é o caso do nosso, estamos preparados para nos prepararmos. É sempre assim, com todas as epidemias, todos os anos. A contribuição tem que ser de todos, começando nas Instituições e acabando nos cidadãos. Calma e serenidade, atenção e confiança. O medo é o pior conselheiro e o mais terrível vírus de todos.
Sites informativos e fidedignos:
Direcção Geral de Saúde; Organização Mundial de Saúde
Artigo informativo: The Guardian
Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...