
O voto é a nossa arma, a nossa voz, a nossa oportunidade de dizer quais as propostas e quais os prtogonistas que queremos que nos representem e nos governem.
O voto é não só um direito mas também um dever. E uma festa de civismo e uma festa de cidadania.
No domingo vou votar no PS. Não acreditei na Geringonça, não defendi esta solução. Mas fiquei rendida pelos resultados, pela descompressão da sociedade, pelo apaziguamento entre os governados e os governantes.
Houve erros e problemas, pois houve. E também por isso é preciso votar no PS, para que a sua representação parlamentar seja reforçada.
Mas o essencial é ir votar, sempre, com a seriedade e alegria dos gestos que verdadeiramente têm importância e significado.