11 novembro 2017

His Eye Is On The Sparrow


Ethel Waters


 


Why should I feel discouraged, why should the shadows come,


Why should my heart be lonely, and long for heaven and home,


When Jesus is my portion? My constant friend is He:


His eye is on the sparrow, and I know He watches me;


His eye is on the sparrow, and I know He watches me.


 


I sing because I'm happy,


I sing because I'm free,


For His eye is on the sparrow,


And I know He watches me.


 


"Let not your heart be troubled," His tender word I hear,


And resting on His goodness, I lose my doubts and fears;


 Though by the path He leadeth, but one step I may see;


His eye is on the sparrow, and I know He watches me;


His eye is on the sparrow, and I know He watches me.


 


I sing because I'm happy,


I sing because I'm free,


For His eye is on the sparrow,


And I know He watches me.


 


 Whenever I am tempted, whenever clouds arise,


When songs give place to sighing, when hope within me dies,


I draw the closer to Him, from care He sets me free;


His eye is on the sparrow, and I know He watches me;


His eye is on the sparrow, and I know He watches me.


 


I sing because I'm happy,


I sing because I'm free,


For His eye is on the sparrow,


And I know He watches me.

Dream deferred

 



 


What happens to a dream deferred?


 


Does it dry up


Like a raisin in the sun?


Or fester like a sore--


And then run?


Does it stink like rotten meat?


Or crust and sugar over--


like a syrupy sweet?


 


Maybe it just sags


like a heavy load.


 


Or does it explode?


 


Langston Hughes

10 novembro 2017

The Negro Speaks of Rivers


 


 


 


I've known rivers:


I've known rivers ancient as the world and older than the


flow of human blood in human veins.


 


My soul has grown deep like the rivers.


 


I bathed in the Euphrates when dawns were young.


I built my hut near the Congo and it lulled me to sleep.


I looked upon the Nile and raised the pyramids above it.


I heard the singing of the Mississippi when Abe Lincoln


went down to New Orleans, and I've seen its muddy


bosom turn all golden in the sunset.


 


I've known rivers:


Ancient, dusky rivers.


 


My soul has grown deep like the rivers.


 


Langston Hughes

Do anedotário nacional (3)

Marcelo elege Maria Cavaco Silva "a madrinha dos portugueses"


maria cavaco.jpg


 

05 novembro 2017

Doze anos a...

defenderoquadrado.JPG.png


 Umas vezes mais quadrada, outras mais à defesa.


Mas aqui estou.

Da hiperactividade presidencial

marcelo e costa.png


 


Quem vai seguindo este blogue sabe que eu comecei por não acreditar que Marcelo Rebelo de Sousa se candidatasse à Presidência, depois não votei nele, depois fui elogiando várias facetas do seu mandato, que muito me têm surpreendido e agradado. E também já tenho comentado a hiperactividade e a filosofia da política dos afectos, que me tem parecido excessiva e que, mais tarde ou mais cedo, se vai virar contra o próprio (bem sei que nunca acerto nas minhas previsões, mas continuo a tentar).


 


Vem este intróito a propósito de vários comentários críticos sobre a minha apreciação ao discurso do Presidente após os incêndios de 15 de Outubro. Mantenho tudo o que disse e ainda o que penso sobre a reacção de algumas figuras do PS (segundo o próprio Jorge Coelho, na Quadratura do Círculo, sem verdadeira expressão no partido). Foi António Costa que não soube interpretar a situação e deixou a iniciativa política para Marcelo.


 


Mas isso não é sinónimo de aplaudir tudo o que o Presidente diz e faz e sim, também me parece que está a raiar o populismo e a demagogia, neste caso porque a oposição não existe e deixa espaço a Marcelo para o ocupar. Não é obviamente possível resolver o problema dos incêndios nos 2 anos que faltam de legislatura. Além disso Marcelo inaugurou um estilo que, mais tarde ou mais cedo, vais banalizar as suas atitudes, se não começar a escolher mais as suas intervenções, sejam elas de afecto político ou de política sem afecto.


 


Mas não se enganem nem o Governo nem os partidos que o suportam. Marcelo Rebelo de Sousa não deixou de ser Marcelo Rebelo de Sousa após a eleição presidencial. E António Costa sabe com certeza que é com os actos e com a governação que convence e ganha a confiança do País.

Maria dos cacos

Maria dos Cacos era, na verdade, Maria Póstuma, o nome da primeira grande ceramista de Caldas da Rainha. Filha e neta de oleiros, nascida no...