A propósito das últimas sondagens da Universidade Católica, é interessante verificar a leitura que delas fazem os vários media:
- (...) Coligação PSD/CDS reforça intenções de voto, mas sem maioria absoluta. (...)
- (...) a aliança entre o antigo primeiro-ministro e o líder do CDS, Paulo Portas, receberia agora 41% dos votos – mais 2,5% em relação às eleições de 4 de Outubro. (...)
Coligação PSD/CDS voltaria a ganhar eleições sem maioria absoluta
A minha leitura é diferente:
- Se as eleições fossem hoje, a maioria que suporta este governo seria maior do que a que resultou dos votos em 4 de Outubro (em 1%)
Ou seja, nada mudou de então para cá.
Por isso, a tese defendida por Luís Montenegro, em São Bento - Fizeram tudo isto um pouco às escondidas e não disseram antes das eleições o que congeminaram entre si sabe-se lá desde quando. - ou por Carlos Blanco de Morais, em Belém - Outros eleitores não compreenderiam que o seu voto tivesse sido convolado na formação de uma aliança que não fora preanunciada e para muitos, contranatura. - é, ela própria, um embuste (mais um) da PAF, a que os media (ainda) dão cobertura.