05 junho 2011

Vantagens de se deslocar à assembleia de voto

 



 


São inúmeras. Vou passar a enumerá-las:



  • Passear a pé entre a sua casa e o local de voto - é impossível estacionar perto das escolas e outros espaços onde se vota; por isso esticam-se as pernas, ampliam-se os pulmões, desenferrujam-se as articulações e poupa-se o carro e a gasolina.

  • Encontrar pessoas que já há muito tempo não vê - aqueles vizinhos com quem nunca se cruza, nestes momentos estão sempre na fila, a consultar a lista dos números de eleitores, para ver qual é a sua, se bem que é sempre a mesma das anteriores eleições.

  • Poder apreciar a generosidade e a disponibilidade de quem, querendo ajudar, baralha mais do que acerta.

  • Aproveitar a caminhada para tomar um café e fazer as compras no supermercado que está aberto.


Por último, e acessoriamente, sentir o peso e a leveza da responsabilidade da participação cívica e da escolha de quem nos vai governar nos próximos anos.


 

04 junho 2011

Para o dia seguinte

 


(...) Seja quem for que ganhe destas eleições sairá um governo legitimado pelo voto popular e com o direito e a obrigação de cumprir com o seu programa eleitoral.


 


Jumento


 

Votar

 


Para que ninguém tenha problemas, aqui se deixa o site onde se podem informar do número de eleitor e freguesia onde votar:


 


https://recenseamento.mai.gov.pt/


 


outro


 


http://www.cne.pt/index.cfm?sec=1110000000


 


ou


 


enviar um SMS (grátis) para  o número 3838, escrevendo RE espaço nº de BI ou
CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD


 


Aqui se deixam sugestões de indumentária, para que não haja frio, calor, sol ou chuva que impeça alguém de votar:


 


 

03 junho 2011

Um dia como os outros (88)

 



(...) Tirando os casos de pura ligação militante e afectiva ao partido, imunes ou resistentes à dúvida, quem se questionar para votar PS tem de passar pela barragem de fogo cerrado dos assassinatos de carácter e do catastrofismo que a oposição lança há anos, que a comunicação social promove diariamente e que os moralmente ou intelectualmente brutalizados reproduzem na rua com fanatismo. (...)


 


(..) Seja o que for que aconteça domingo, porém, há um triunfo garantido: quem votar PS está a mostrar, nem que seja a si mesmo, que defender a liberdade pode ser difícil, mas é também a nossa realização mais bela.


 


Valupi


 


 


(...) Esta ideia de um golpe de estado em Portugal tem sido sibilada, com pudor, nos últimos meses. No sentido “mediático-democrático” do termo - passe o oxímoro – assim tem sido entendida a campanha ad hominem contra a figura de  José Sócrates, repetida ad nauseam por políticos – de esquerda e de direita, comentadores e jornalistas. De tanto repetida, a “necessária eliminação de Sócrates” parece estar prestes a atingir a sua legitimação.


O expoente máximo do processo em curso foram estas declarações de Medina Carreira que, curiosamente, ou talvez não, pouco eco ou nenhum recolheram nos meandros dos blogues e dos analistas políticos. Na realidade, Medina Carreira disse aquilo que tem estado subliminarmente plasmado na maioria dos discursos políticos: se não sair a bem, terá de sair a mal. A qualquer preço. E esta é a definição básica de golpe de estado. (...)


 


Alda Telles


02 junho 2011

Interesses sem educação

 


Os interesses da escola pública, que de público só tem a necessidade dos dinheiros públicos, porque pública é a vergonha deste panfleto e destas atitudes, de privados educadores e públicas atitudes ditatoriais.


 


Esta é uma das razões porque voto no PS.


 

01 junho 2011

Portugal melhor

 


A campanha do ódio

 


Quase em jeito de balanço desta campanha chego à conclusão que o único motivo que esteve subjacente à convocação de eleições legislativas antecipadas foi não só, nem principalmente, a ambição de poder por parte da direita, mas o afastamento quase compulsivo de José Sócrates.


 


Com disse Manuela Ferreira Leite, Sócrates nem na oposição se deve manter. É preciso exterminá-lo.


 


Um dia há-de ser possível estudar cientificamente este fenómeno sociopolítico. Durante 6 anos Sócrates foi apelidado de tudo o que pior se pode imaginar, acossado e julgado na praça pública por corrupção, não tendo nenhum dos processos provado qualquer actividade ilegal. No meio da tentativa de destruição pessoal do Primeiro-ministro, vasculhou-se milímetro a milímetro a sua vida privada, os seus familiares, conhecidos, amigos e correligionários, encheu-se de lama muita gente, sempre sem se conseguir provar fosse o que fosse.


 


Desde escutas ilegais a fabricação de casos políticos, como o caso das "escutas de Belém", não houve nada a que não se recorresse para derrubar a credibilidade de José Sócrates, para delapidar a confiança nacional e internacional.


 


Já em campanha eleitoral, depois de a precipitação de eleições legislativas inúteis e desnecessárias, a única alternativa que a oposição conhece é a eliminação política de Sócrates. Pelos vistos, foi esta a verdadeira e última razão do chumbo do PEC IV - a total incapacidade dos partidos políticos e o receio das suas lideranças de lutarem e ganharem, na arena política, o protagonismo a José Sócrates. Não é ele que se julga invencível. Foram os outros que, com a sua incompetência e inabilidade o transformaram num adversário que têm medo de não vencer.


 


As pressões das corporações que mantém o Estado refém, continua, numa atmosfera de ódio e intolerância que tem marcado esta campanha.


 


Este fenómeno sociopolítico é estranho e radica em entranhados valores antidemocráticos. Sócrates governou 6 anos por escolha dos cidadãos em eleições livres e justas. As próximas eleições serão o juízo do país à sua actuação e à suas escolhas políticas. Os insultos e a intimidação diária de quem se atreve a dizer que vota PS não decidem quem deve ou não governar.


 


Outro aspecto importante destes últimos anos e desta campanha é a demissão dos jornalistas por uma informação isenta e exigente. Os jornalistas transformaram-se em actores políticos partidários. A informação livre é um dos pilares do regime democrático. Esta informação é tendenciosa, superficial, incompetente, com falta de rigor e sem o mínimo interesse de ser imparcial. Haverá excepções, obviamente, mas o panorama geral é desolador.


 


Enfim, Domingo lá estaremos, para votar.


 

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...