Afinal parece que a aprovação do OE 2011 era irrelevante para os juros da dívida. Os comentadores esforçam-se por arranjar justificações para a contínua subida dos juros da dívida e todos nós nos vamos habituando a viver sobressaltados pelas fúrias dos mercados.
É engraçadíssimo utilizarmos palavras que correspondem a conceitos que, para a maior parte de nós, não fazem qualquer sentido. Na realidade está tudo certo: falamos com ar grave e sério de tudo, sem entendermos nada.
Mas também não é preciso. O que as pessoas intuem é que a vida se vai complicar.