As declarações de Mário Nogueira relativamente às alterações aprovadas para o ECD precisam de um esclarecimento do PSD. Digo do PSD porque, ao contrário dele, os outros partidos já apresentaram as propostas a serem sufragadas nas eleições legislativas.
Mário Nogueira, segundo o DN de hoje: (...) todos os partidos políticos, à excepção do PS, já se comprometeram em abolir um dos princípios do estatuto que mais polémica gerou entre os professores: a divisão da carreira em duas categorias. (...)
Sendo este um aspecto que considero da maior importância, a definição da política educativa para a próxima legislatura, tendo-se o PS comprometido a (...) Acompanhar e avaliar a aplicação do Estatuto da Carreira Docente, no quadro de processos negociais com as organizações representativas dos professores e educadores, valorizando princípios essenciais como a avaliação de desempenho, a valorização do mérito e a atribuição de maiores responsabilidades aos docentes mais qualificados; (...), e tendo Pedro Duarte, deputado social-democrata, afirmado que estas alterações seriam a prova de que este ECD não serve o interesse da escola nem dos professores, seria de toda a conveniência que o PSD explictasse exactamente o que quer fazer, caso ganhe as eleições, pois o que apresenta nas suas linhas gerais:
são aquilo a que Pacheco Pereira chama truísmos.
Nota: Também aqui.