(pintura de Rachel Baum: Crimson)
Ao longo dos últimos 3 anos, de uma forma mais ou menos regular, vou escrevendo o que me vai na alma.
Muitas vezes disparatei, outras tantas me enganei, mas sempre tentei discutir o que me toca, partilhar o que gosto.
Vou trocando afinidades, algumas alfinetadas, com pessoas sem rosto mas com a espessura do que sentem. A nossa nova sociedade incorpórea de palavras, sons e imagens.
Não me revejo já nalguns textos inflamados que produzi, nalgumas opiniões que expressei. Mas isso é que me dá a certeza de que não parei.
Assim me preparo para mais um ano.