16 março 2008

Summertime


 


Summertime and the livin’ is easy
Fish are jumpin’ and the cotton is high
Oh your daddy’s rich and your ma is good lookin’
So hush little baby, don’t you cry

One of these mornings
You’re goin’ to rise up singing
Then you’ll spread your wings
And you’ll take the sky
But till that morning
There’s a nothin’ can harm you
With daddy and mammy standin’ by

(autor George Gershwin; canta Janis Joplin)

The man I love

Some day he'll come along,
The man I love;
And he'll be big and strong,
The man I love;
And when he comes my way,
I'll do my best to make him stay.

He'll look at me and smile--
I'll understand;
And in a little while
He'll take my hand;
And though it seems absurd,
I know we both won't say a word.

Maybe I shall meet him Sunday,
Maybe Monday -- maybe not;
Still I'm sure to meet him one day--
Maybe Tuesday
Will be my good news day.

He'll build a little home
Just meant for two;
From which I'll never roam--
Who would? Would you?
And so all else above,
I'm waiting for
The man I love!






(autor George Gershwin; canta Kate Bush)

Avante clandestino

Através do Almanaque Republicano fiquei a saber que estavam disponíveis, para consulta online, os números clandestinos do jornal Avante. Gulosamente visitei imediatamente o site. Tenho a impressão que todos os portugueses têm uma enorme curiosidade por estes anos e muito respeito por quem o editou, distribuiu e leu, independentemente das suas ideias políticas.


 


Mas o motor de busca é um pouco complicado. Estive a tentar procurar o que haveria escrito no Avante sobre o pacto germano-soviético, mas ainda não consegui. Parecem-me motores de busca mais para conhecedores do Avante do que para comuns e interessados mortais.


 


De qualquer forma é um ganho extraordinário, como se diz agora, um verdadeiro serviço público.

15 março 2008

E os brincos?

Sugiro à bancada parlamentar do PS que proponha uma urgente e prestimosa proposta de lei que inclua a proibição de furar as orelhas às criancinhas para colocar brincos. Acho mesmo que antes dos 18 anos não se deveria permitir tal barbaridade. Ou mesmo nunca, pois é uma marca vitalícia.

13 março 2008

Pescador da barca bela




Pescador da barca bela,
Onde vais pescar com ela,
Que é tão bela,
Oh pescador?

Não vês que a última estrela
No céu nublado se vela?
Colhe a vela,
Oh pescador!

Deita o lanço com cautela,
Que a sereia canta bela...
Mas cautela,
Oh pescador!

Não se enrede a rede nela,
Que perdido é remo e vela
Só de vê-la,
Oh pescador!

Pescador da barca bela,
Ainda é tempo, foge dela,
Foge dela,
Oh pescador!

(poema de Almeida Garrett; pintura de Etienne Gaspard: low tide I)

12 março 2008

Aprender com os erros

Ao contrário do que Vitalino Canas diz, quando se faz um balanço de um período de trabalho, podemos orgulhar-nos e apontar os objectivos atingidos, as vitórias, mas obrigatoriamente devemos reconhecer as derrotas, os erros, o que não foi conseguido, para que se perceba porquê. 

Os erros podem e devem ter uma função pedagógica – evitar que se repitam, corrigir actuações infelizes, reorientar o esforço noutra direcção. 

A esquizofrenia dos avanços e dos recuos existe, mas é o próprio PS um dos grandes responsáveis por este estado psicótico, pois insiste em repetir exaustivamente chavões e palavras descabidas em relação ao governo. Uma das coisas que se pede ao partido do governo é que seja uma ponte entre o executivo e a população que o elegeu. Se, no partido, apenas se ouvem vozes glorificantes, que acham que estudar os erros cometidos, porque foram cometidos erros, obviamente, é uma perca de tempo, não me espanta que os cidadãos que apoiaram e votaram neste PS saiam à rua. 

Mais do que as políticas que têm sido desenvolvidas, melhor ou pior, é a vã glória, este estilo de arrogância bacoca que leva as pessoas a indignar-se, pois tanto pedantismo da parte daqueles que deviam estar atentos, respeitando as críticas e tentando rebatê-las com resultados, não com oratória vazia, são um hino à ira da tal classe média que está farta da crise. 

Gosto que haja firmeza e capacidade de decidir. Ainda bem que um governo democraticamente eleito não tem medo de decidir. O que se dispensa são estes porta-vozes que armam uma parede invisível, em volta dos governantes, que oculta a realidade, na esperança de se manterem encostados ao poder.

Skoda - o carro musical

Christine Tenho um carro possuidor de autonomia e vontade próprias. Ligado ou desligado. Sem perceber como nem porquê, este meu carro reso...