Há 32 anos e 1 dia, éramos mais pobres, mais tristes, mais apáticos, mais desesperançados. Há 32 anos, um grupo de gente corajosa, talvez inocente, talvez jovem, talvez sonhadora, deu corpo e asas aos anseios de um país morno e sem chama.
Após estes 32 anos, a chama é pequena, minúscula, mas alumia. O país tem mais cor, vive-se melhor.
Por muitas dificuldades, défices, desempregados, injustiça, endividamento, corrupção, e outras desgraças modernas e antigas, estamos melhor. De vez em quando são necessárias roturas, para refundação de objectivos, de sonhos, de juventude.
A memória do que era deve fazer compreender que pode voltar a ser. A memória do que é deve abrir a vontade do que ainda poderá ser. Revolucionariamente, é preciso querer fazer mais e melhor, trabalhar, aprender, ensinar, partilhar.
Somos todos iguais: temos todos coração, intestinos e sangue, todos choramos e rimos, temos medo da dor e da solidão, da fome e da guerra, todos somos capazes de amar, nascemos, vivemos, sofremos, morremos.
Seja qual for o sexo, a raça, o credo ou a origem, o mundo pode ser melhor, connosco.
Após estes 32 anos, a chama é pequena, minúscula, mas alumia. O país tem mais cor, vive-se melhor.
Por muitas dificuldades, défices, desempregados, injustiça, endividamento, corrupção, e outras desgraças modernas e antigas, estamos melhor. De vez em quando são necessárias roturas, para refundação de objectivos, de sonhos, de juventude.
A memória do que era deve fazer compreender que pode voltar a ser. A memória do que é deve abrir a vontade do que ainda poderá ser. Revolucionariamente, é preciso querer fazer mais e melhor, trabalhar, aprender, ensinar, partilhar.
Somos todos iguais: temos todos coração, intestinos e sangue, todos choramos e rimos, temos medo da dor e da solidão, da fome e da guerra, todos somos capazes de amar, nascemos, vivemos, sofremos, morremos.
Seja qual for o sexo, a raça, o credo ou a origem, o mundo pode ser melhor, connosco.
